Por Affonso Romano de Sant'Anna
Certa vez estive em Paris, vendo no Beaubourg uma exposição retrospectiva sobre o dadaísmo – aquele movimento que em torno de 1916 decretou que a arte tinha morrido e que, portanto, tudo era arte. Pois estava eu pensando em fazer uma crônica descrevendo a exposição e ressaltando uma coisa que me parece crucial: que havia um contra-senso alarmante naquela exposição
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