Por Ferreira Gullar
A fútil preocupação com o “novo” conduziu a arte a um impasse. Ao contrário do que ocorria na antiguidade, quando o artista jovem buscava aprender com os mestres do passado, na época moderna qualquer pirralho se sente capaz de inventar a arte. Mas não é culpa dele; é que, na confusão que se criou, o que importa não é a qualidade da obra, a beleza, a profundidade, a
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